Publicações da edição 761 - 17/06/2026 e Ano IV
AVISO DE LICITAÇÃO
Atos Administrativos • Alvarás
EXTRATO DE CONTRATOS Nº 29/2026
DIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO
O PREFEITO MUNICIPAL DE BARRA DO RIBEIRO/RS, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, TORNA PÚBLICO OS SEGUINTES CONTRATOS: CONTRATO DE FORNECIMENTO Nº 329/2026 – ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 02/2026 - CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DO MÉDIO ALTO URUGUAI - I - LAUX E LAUX LTDA - ME; II – R$ 64.890,00; III - OBJETO: Aquisição de brinquedos e mobiliário urbano conforme solicitado pela Secretaria Municipal de Turismo, de acordo com as especificações da Ata de Registro de Preços nº 02/2026. IV - DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 4.4.90.52.10.00.00. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Nº 330/2026 - DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 290/2026 - I - RAFAEL DOS SANTOS ROCHA - ME (AJR CENTRO AUTOMOTIVO); II – R$ 9.552,31; III - OBJETO: Contratação de empresa para manutenção corretiva do veículo Micro-ônibus Iveco Bus 10-190E, placas JAF-8G82, pertencente à Secretaria Municipal de Educação e Cultura. IV - DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 3.3.90.30.39.00.00 / 3.3.90.39.19.00.00. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Nº 332/2026 - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 62/2026 - I - LINK CARD ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS LTDA; II – R$ 138.940,40 mensais; III - OBJETO: Contratação de empresa especializada para fornecimento e gerenciamento de “Cartão Combustível” mediante sistema e cartão magnético de monitoramento de frota, destinado aos veículos oficiais movidos a óleo diesel em operação no Município. IV - DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 4.4.90.51.99.07.00. CONTRATO DE FORNECIMENTO Nº 333/2026 - PREGÃO ELETRÔNICO COM REGISTRO DE PREÇOS Nº 58/2026 - I - KENYA OLIVEIRA FERNANDES LIMA SOARES - ME; II – R$ 6.440,00; III - OBJETO: Aquisição de baterias, destinados à Secretaria Municipal de Obras e Trânsito. IV - DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 3.3.90.30.36.00.00.
O PREFEITO MUNICIPAL DE BARRA DO RIBEIRO/RS, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, TORNA PÚBLICO OS SEGUINTES TERMOS ADITIVOS: TERMO DE RESCISÃO DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS N.° 103/2024 - INEXIGIBILIDADE Nº 22/2024 - I - MAUSS TREINAMENTO EM GESTÃO LTDA - ME; II - OBJETO: Constitui objeto do presente Instrumento a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de elaboração, validade e entrega de relatórios exigidos pelo portal SIOPE do município, conforme solicitação da Secretaria Municipal de Educação através do Processo Administrativo nº 6.561/2024. III - ALTERAÇÕES: As partes, de comum acordo, resolvem rescindir o Contrato Original, nos termos do subitem 7.1 do contrato e do art. 138, inciso II, da Lei nº 14.133/2021, que prevê a extinção contratual por consenso entre as partes. IV - JUSTIFICATIVA: A extinção do contrato atualmente vigente justifica-se pela necessidade de adequação da contratação às reais demandas da Administração Municipal e à forma de execução dos serviços efetivamente prestados. Além disso, constatou-se a conveniência administrativa de formalizar nova contratação com objeto, quantitativos e condições de execução mais adequados às necessidades atuais das Secretarias Municipais de Saúde e de Educação e Cultura. A medida não acarretará prejuízo à continuidade dos serviços públicos, uma vez que a nova contratação tem por finalidade assegurar a manutenção do suporte técnico especializado indispensável ao cumprimento das obrigações legais, fiscais e operacionais do Município. Dessa forma, a extinção consensual do contrato mostra-se medida conveniente e oportuna para a Administração, atendendo ao interesse público e observando os princípios da eficiência, da legalidade e da boa gestão dos recursos públicos. O contrato Original terá vigência até 10/06/2026. As partes signatárias deste instrumento elegem, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, o Foro da Comarca de Barra do Ribeiro/RS, para dirimir quaisquer questões referentes a este Termo de Rescisão Contratual. 6º TERMO ADITIVO DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS N.° 85/2023 - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 31/2023 - I - AVIVE GESTÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA; II - OBJETO: Contratação de empresa especializada para prestação de serviços médicos, execução e operacionalização de atividades em serviços de saúde na Unidade de Pronto Atendimento - 24 horas. III - ALTERAÇÕES: Adita ao Contrato Original por mais 12 (doze) meses a contar de 22 de junho de 2026, conforme solicitação encaminhada pela Secretaria de Saúde, através do Processo Administrativo n.º 2.987/2026. 3º TERMO ADITIVO DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS N.° 84/2023 - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 31/2023 - I - EGA GESTÃO DE NEGÓCIOS LTDA - ME; II - OBJETO: Contratação de empresa especializada para prestação de serviços médicos, execução e operacionalização de atividades em serviços de saúde na Unidade de Pronto Atendimento - 24 horas. III - ALTERAÇÕES: Adita ao Contrato Original mais 12 (doze) meses a contar de 22 de junho de 2026, conforme solicitação encaminhada pela Secretaria de Saúde, através do Processo Administrativo n° 2830/2026. Nos termos do contrato original, em observância à cláusula quinta, bem como artigo 55, da Lei Federal n.º 8.666/93, é realizado o reajustamento de preços, o qual se refere a uma média ponderada dos índices do INPC/IBGE, IPCA/IBGE e IGP-M/FGV acumulado nos últimos 12 meses, o que significa um percentual de 3,70%, aditando o valor da hora de prestação de serviços de R$ 205,67 (duzentos e cinco reais e sessenta e sete centavos), para R$ 213,28 (duzentos e treze reais e vinte e oito centavos). 1º TERMO ADITIVO DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS N.° 136/2026 – DISPENSA DE LICITAÇÃO EMERGENCIAL Nº 119/2026 - I - S. M. CORREA LTDA; II - OBJETO: Contratação emergencial de empresa especializada para prestação de serviços de segurança, para o CAPS III e Pronto Atendimento Municipal, pelo prazo de 90 dias, para suprir temporariamente os serviços, enquanto tramita o processo licitatório. III - ALTERAÇÕES: Adita ao contrato original mais 90 (noventa) dias, a contar de 17 de junho de 2026, conforme solicitação encaminhada pela Secretaria Municipal de Saúde. A presente prorrogação do contrato emergencial de prestação de serviços de segurança desarmada justifica-se pela necessidade de assegurar a continuidade de serviço público essencial, indispensável ao regular funcionamento da unidade, considerando as particularidades dos atendimentos realizados pelo CAPS, que envolvem pacientes em situação de vulnerabilidade e demandas relacionadas à saúde mental, a manutenção dos serviços de segurança revela-se medida necessária para garantir um ambiente adequado, seguro e organizado para a prestação dos serviços de saúde. Registra-se que a Administração Municipal adotou as providências necessárias para a realização de procedimento licitatório destinado à contratação definitiva dos serviços. Contudo, o certame instaurado foi posteriormente anulado em razão da necessidade de adequações decorrentes de apontamentos formulados pelo Tribunal de Contas, circunstância que ocasionou no cancelamento do processo licitatório para adequações ao edital, impossibilitando sua conclusão antes do término da vigência contratual atualmente estabelecida. Dessa forma, a prorrogação pretendida possui caráter excepcional, transitório e estritamente necessário, limitada ao período indispensável para a conclusão do novo procedimento licitatório e formalização da contratação definitiva. A interrupção dos serviços ocasionaria riscos à segurança da unidade e prejuízos à continuidade dos atendimentos prestados à população, razão pela qual a medida mostra-se plenamente justificada e compatível com o interesse da Administração.
DECRETO Nº 4.148, de 17 de junho de 2026.
Atos Oficiais • Decretos
DECRETO Nº 4.148, de 17 de junho de 2026. Assinado por 2 pessoas: JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO e JAIR LIMA DE SOUZA
Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://barradoribeiro.1doc.com.br/verificacao/FB10F50F4AFA0174 e informe o código FB10F50F4AFA0174
Convoca a 8ª Conferência Municipal
de Saúde de Barra do Ribeiro, e dá
outras providências.
JOÃO FRANCISCO SILVA FEIJÓ, Prefeito Municipal de Barra do Ribeiro, no uso
de suas atribuições legais e em conformidade com a Legislação em vigor, e
CONSIDERANDO, o disposto nas Leis Federais nº 8.080, de 19 de setembro de
1990, e nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, e a Resolução nº 04, de 15 de junho de 2026,
do Conselho Municipal de Saúde
DECRETA:
Art. 1º Fica convocada a 8ª Conferência Municipal de Saúde de Barra do Ribeiro,
etapa municipal da 18ª Conferência Nacional de Saúde, a realizar-se no dia 3 de julho de
2026, com início às 13:30h e término às 17h, nas dependências do Piquete Os Caudilhos,
nesta cidade de Barra do Ribeiro/RS.
Art. 2º A 8ª Conferência Municipal de Saúde de Barra do Ribeiro terá como tema
central: "Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do povo é cuidar do Brasil",
reafirmando a saúde como direitos de todos e dever do Estado.
Art. 3º Os debates, discussões e formulação de propostas deverão ser
estruturados, obrigatoriamente, no tema central e nos seguintes eixos temáticos:
I Eixo I: democracia, saúde como direito e soberania nacional;
II Eixo II: financiamento adequado e suficiente para o SUS, com base na justiça
tributária e na sustentabilidade fiscal e social;
III Eixo III: os desafios para o SUS na agenda nacional da defesa da vida e da
saúde: emergências climáticas e justiça socioambiental;
IV Eixo IV: modelo de atenção e gestão, territórios integrados cuidado integral.
Art. 4º As propostas aprovadas na 8ª Conferência Municipal de Saúde de Barra do Assinado por 2 pessoas: JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO e JAIR LIMA DE SOUZA
Ribeiro, etapa municipal da 18ª Conferência Nacional de Saúde, deverão ser encaminhadas Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://barradoribeiro.1doc.com.br/verificacao/FB10F50F4AFA0174 e informe o código FB10F50F4AFA0174
através do Sistema Digital da Conferência Estadual de Saúde.
Art. 5º A Conferência será presidida pelo Presidente do Conselho Municipal de
Saúde e, na sua ausência ou impedimento eventual, pelo Secretário Municipal da Saúde.
Art. 6º A normatização necessária à realização da 8ª Conferência Municipal de
Saúde e a designação das comissões encarregadas de sua organização serão consolidadas
e oficializadas mediante Portarias.
Art. 7º As despesas decorrentes da realização da Conferência correrão a conta de
dotações orçamentárias da Secretaria Municipal da Saúde.
Art. 8º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, em 17 de junho de 2026.
JOÃO FRANCISCO SILVA FEIJÓ
Prefeito Municipal
Registre-se e Publique-se
JAIR LIMA DE SOUZA
Secretário Municipal da Administração
PUBLICADO nos termos da Lei, de 17/06/2026 a 17/07/2026.
VERIFICAÇÃO DAS
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Código para verificação: FB10F50F4AFA0174
Este documento foi assinado digitalmente pelos seguintes signatários nas datas indicadas:
JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO (CPF 881.XXX.XXX25) em 17/06/2026 11:48:10 GMT03:00
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(Assinatura ICPBrasil)
JAIR LIMA DE SOUZA (CPF 221.XXX.XXX00) em 17/06/2026 13:02:36 GMT03:00
Papel: Parte
Emitido por: SubAutoridade Certificadora 1Doc (Assinatura 1Doc)
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LEI Nº 2.930, de 17 de junho de 2026.
Atos Oficiais • Leis
LEI Nº 2.930, de 17 de junho de 2026.
Denomina de "Barba Negra" uma Estrada
Municipal, e dá outras providências.
JOÃO FRANCISCO SILVA FEIJÓ, Prefeito Municipal de Barra do Ribeiro. Assinado por 2 pessoas: JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO e JAIR LIMA DE SOUZA
Faço saber que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e eu sanciono e Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://barradoribeiro.1doc.com.br/verificacao/28EB556C158419DC e informe o código 28EB556C158419DC
promulgo a seguinte
LEI:
Art. 1º Fica denominada "Barba Negra" uma estrada localizada dentro do
perímetro urbano do Município de Barra do Ribeiro, iniciando ao oeste junto à Avenida Carlos
Augusto Evangelista Py, e segue rumo oeste-leste até a entrada principal do Horto Florestal
Barba Negra.
Art. 2º O croqui de localização e o memorial descritivo em anexo, passam a ser
parte integrante desta Lei.
Art. 3º Fica revogada na sua totalidade a Lei Municipal nº 772, de 17 de julho de
1990.
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO RIBEIRO, em 17 de junho de 2026.
JOÃO FRANCISCO SILVA FEIJÓ
Prefeito Municipal
Registre-se e Publique-se
JAIR LIMA DE SOUZA
Secretário Municipal da Administração
PUBLICADO nos termos da Lei, de 17/06/2026 a 17/07/2026.
VERIFICAÇÃO DAS
ASSINATURAS
Código para verificação: 28EB556C158419DC
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JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO (CPF 881.XXX.XXX25) em 17/06/2026 09:06:24 GMT03:00
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(Assinatura ICPBrasil)
JAIR LIMA DE SOUZA (CPF 221.XXX.XXX00) em 17/06/2026 09:54:05 GMT03:00
Papel: Parte
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A
Assinado por 1 pessoa: CHRISTIANE RAMMÉ FIGUEIRA
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Assinado por 1 pessoa: CHRISTIANE RAMMÉ FIGUEIRA
PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO RIBEIRO Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://barradoribeiro.1doc.com.br/verificacao/C73499F8EE06554C e informe o código C73499F8EE06554C
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO
MEMORIAL DESCRITIVO
Uma estrada localizada em quarteirão indefinido, dentro do
perímetro urbano da cidade de Barra do Ribeiro, iniciando ao OESTE
junto a Avenida Carlos Augusto Evangelista Py e segue rumo oeste-
leste ate a entrada principal do Horto Florestal Barba-Negra..
Barra do Ribeiro, 03 de Junho de 2026.
Christiane Rammé Figueira
Arquiteta CAU A10346-2
Rua Dr. Mauricio Cardoso, nº 221 Bairro Centro - F(51)34822107 Barra do Ribeiro/RS
VERIFICAÇÃO DAS
ASSINATURAS
Código para verificação: C73499F8EE06554C
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CHRISTIANE RAMMÉ FIGUEIRA (CPF 450.XXX.XXX87) em 03/06/2026 16:43:24 GMT03:00
Papel: Parte
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LEI Nº 2.931, de 17 de junho de 2026.
Atos Oficiais • Leis
LEI Nº 2.931, de 17 de junho de 2026. Assinado por 2 pessoas: JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO e JAIR LIMA DE SOUZA
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Altera o § 4º do art. 3º da Lei Municipal nº
1.428/2001, que institui o Fundo de
Aposentadoria e Pensão do Servidor FAPS,
e dá outras providências.
JOÃO FRANCISCO SILVA FEIJÓ, Prefeito Municipal de Barra do Ribeiro.
Faço saber que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e eu sanciono e
promulgo a seguinte
LEI:
Art. 1º O § 4º do art. 3º da Lei Municipal nº 1.428, de 31 de outubro de 2001, que
institui o Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor FAPS, e dá outras providências,
passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 3º [...]
§ 4º O valor da taxa de administração será de 3,0% (três vírgula zero por cento)
para o custeio das despesas necessárias à organização e ao funcionamento do fundo de
previdência, observada as regras das normativas federais previdenciárias, aplicado sobre o
somatório da remuneração de contribuição de todos os servidores ativos vinculados ao fundo
de previdência, apurado no exercício financeiro anterior."
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO RIBEIRO, em 17 de junho de 2026.
JOÃO FRANCISCO SILVA FEIJÓ
Prefeito Municipal
Registre-se e Publique-se
JAIR LIMA DE SOUZA
Secretário Municipal da Administração
PUBLICADO nos termos da Lei, de 17/06/2026 a 17/07/2026.
Assinado por 2 pessoas: JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO e JAIR LIMA DE SOUZA
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VERIFICAÇÃO DAS
ASSINATURAS
Código para verificação: 28EB556C158419DC
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JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO (CPF 881.XXX.XXX25) em 17/06/2026 09:06:24 GMT03:00
Papel: Parte
Emitido por: AC SAFEWEB RFB v5 << AC Secretaria da Receita Federal do Brasil v4 << Autoridade Certificadora Raiz Brasileira v5
(Assinatura ICPBrasil)
JAIR LIMA DE SOUZA (CPF 221.XXX.XXX00) em 17/06/2026 09:54:05 GMT03:00
Papel: Parte
Emitido por: SubAutoridade Certificadora 1Doc (Assinatura 1Doc)
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LEI Nº 2.932, de 17 de junho de 2026.
Atos Oficiais • Leis
LEI Nº 2.932, de 17 de junho de 2026. Assinado por 2 pessoas: JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO e JAIR LIMA DE SOUZA
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Autoriza a execução, pela CMPC Celulose
Riograndense Ltda., às suas expensas, de
obras de melhoria na Avenida Carlos Augusto
Evangelista Py, necessárias à implantação
logística do Projeto de Expansão, objeto do
Protocolo de Intenções firmado com o
Município; autoriza o Poder Executivo
Municipal a celebrar o correspondente Termo
de Acordo para execução das obras; e dá
outras providências.
JOÃO FRANCISCO SILVA FEIJÓ, Prefeito Municipal de Barra do Ribeiro.
Faço saber que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e eu sanciono e
promulgo a seguinte
LEI:
Art. 1º Fica a CMPC Celulose Riograndense Ltda. autorizada a promover, às suas
expensas, as obras e intervenções de infraestrutura viária necessárias à implantação logística
do Projeto de Expansão no Município de Barra do Ribeiro, nos termos do Protocolo de
Intenções, firmado em 30 de abril de 2024, e do seu Primeiro Aditivo, celebrado em 27 de
agosto de 2025.
§ 1º A autorização de que trata o caput tem por objeto as obras de melhoria na
Avenida Carlos Augusto Evangelista Py, desde a rotatória da ERS-709, no Município de Barra
do Ribeiro, em extensão de 2 km (dois quilômetros).
§ 2º As intervenções autorizadas por esta Lei observarão as exigências
ambientais aplicáveis, incluindo medidas de compensação vegetal, recuperação ambiental e
reposição de vegetação eventualmente exigidas pelos órgãos competentes.
Art. 2º Fica autorizado o Poder Executivo Municipal a celebrar Termo de Acordo Assinado por 2 pessoas: JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO e JAIR LIMA DE SOUZA
para operacionalizar a autorização legislativa conferida por esta Lei, destinado a disciplinar a Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://barradoribeiro.1doc.com.br/verificacao/28EB556C158419DC e informe o código 28EB556C158419DC
execução das obras e intervenções nela previstas, observados o Protocolo de Intenções e o
respectivo aditivo.
§ 1º O Termo de Acordo estabelecerá, dentre outros aspectos:
I o escopo das intervenções;
II o custeio às expensas da CMPC;
III as responsabilidades das partes;
IV as condições de acompanhamento, fiscalização e recebimento das obras;
V a incorporação dos ativos ao patrimônio municipal; e
VI as hipóteses de alteração, ajustes operacionais, extinção, publicação e
vigência do instrumento.
§ 2º Integra esta Lei, como Anexo I, o Projeto de Revitalização da Avenida Carlos
Augusto Evangelista Py e o Memorial Descritivo das intervenções, ambos de natureza
técnico-referencial, restrito à definição das características gerais da via após as intervenções,
sem prejuízo da elaboração, apresentação, análise e aprovação dos projetos técnicos,
executivos, memoriais, licenças, autorizações e demais documentos exigíveis pelos órgãos
competentes.
§ 3º O instrumento de que trata este artigo possui natureza atípica de cooperação
executiva e não configura contrato administrativo oneroso, concessão, permissão ou qualquer
das modalidades de parceria previstas na Lei Federal nº 13.019/2014, não se sujeitando ao
regime licitatório da Lei Federal nº 14.133/2021.
Art. 3º Concluídas as etapas das obras autorizadas por esta Lei, a CMPC
Celulose Riograndense Ltda. deverá apresentar ao Município a comprovação dos
investimentos realizados, para fins de transferência dos respectivos ativos ao patrimônio
municipal, em observância ao Protocolo de Intenções, no seu Primeiro Aditivo, no Termo de
Acordo, bem como nos procedimentos legais e administrativos aplicáveis.
Art. 4º Sempre que possível, a obtenção das áreas necessárias às intervenções
será realizada por meio consensual, inclusive mediante aquisição voluntária, negociação
direta, doação, permuta, cessão ou outro instrumento jurídico admitido em direito.
§ 1º Na hipótese de aquisição voluntária de imóveis ou áreas necessárias às Assinado por 2 pessoas: JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO e JAIR LIMA DE SOUZA
intervenções, os respectivos custos serão integralmente suportados pela CMPC Celulose Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://barradoribeiro.1doc.com.br/verificacao/28EB556C158419DC e informe o código 28EB556C158419DC
Riograndense Ltda., devendo a titularidade das áreas ser transferida diretamente ao
Município ou ter assegurada a sua destinação à infraestrutura pública municipal.
§ 2º Não sendo possível a obtenção voluntária das áreas, os atos expropriatórios,
quando necessários, serão formalizados e conduzidos pelo Município, observados o devido
processo legal e a legislação aplicável.
Art. 5º A celebração do Termo de Acordo autorizado por esta Lei não importará,
em favor da CMPC Celulose Riograndense Ltda., concessão de benefício fiscal, renúncia de
receita, compensação tributária, subsídio, ressarcimento financeiro ou qualquer outra forma
de contraprestação econômica pelo Município.
Art. 6º A execução das obras autorizadas por esta Lei será acompanhada por
comissão de governança paritária, composta por representantes do Município e da CMPC
Celulose Riograndense Ltda., na forma prevista no Protocolo de Intenções e detalhada no
Termo de Acordo.
Art. 7º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO RIBEIRO, em 17 de junho de 2026.
JOÃO FRANCISCO SILVA FEIJÓ
Prefeito Municipal
Registre-se e Publique-se
JAIR LIMA DE SOUZA
Secretário Municipal da Administração
PUBLICADO nos termos da Lei, de 17/06/2026 a 17/07/2026.
VERIFICAÇÃO DAS
ASSINATURAS
Código para verificação: 28EB556C158419DC
Este documento foi assinado digitalmente pelos seguintes signatários nas datas indicadas:
JOAO FRANCISCO SILVA FEIJO (CPF 881.XXX.XXX25) em 17/06/2026 09:06:24 GMT03:00
Papel: Parte
Emitido por: AC SAFEWEB RFB v5 << AC Secretaria da Receita Federal do Brasil v4 << Autoridade Certificadora Raiz Brasileira v5
(Assinatura ICPBrasil)
JAIR LIMA DE SOUZA (CPF 221.XXX.XXX00) em 17/06/2026 09:54:05 GMT03:00
Papel: Parte
Emitido por: SubAutoridade Certificadora 1Doc (Assinatura 1Doc)
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TABELA DE REVISÕES CÓDIGO DA FINALIDADE: LE -LIBERADO PARA EXECUÇÃO
LD -LIBERADO PARA DETALHAMENTO
PR -PRELIMINAR CC -CONFORME CONSTRUÍDO
PA -PARA APROVAÇÃO CA -CANCELADO
PI -PARA INFORMAÇÃO
PC -PARA COTAÇÃO
CO -PARA COMENTÁRIOS
X=470020,32 0 09/12/25 ksg/bfv azc lem/bov kyp/fdb PI PARA INFORMAÇÃO
Y=6646145,70 PROJ. VERIF. APROV. AUTOR.
REV. DATA ksg/bfv azc lem/bov kyp/fdb FINALID. DESCRIÇÃO
X=470015,14
X=469988,62 X=469997,73 X=470006,61 Y=6646134,37 1 28/01/26 LE LIBERADO PARA EXECUÇÃO
Y=6646080,92 Y=6646098,67 Y=6646116,46
PB PA PB PA PB
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 21 22 23
PB PA PB PA PB NOTAS
X=470001,86 X=470011,01 X=470019,99 X=470028,66 X=470036,95 1. DIMENSÕES, ELEVAÇÕES E COORDENADAS EM METRO, EXCETO ONDE INDICADO.
Y=6646074,08 Y=6646091,92 Y=6646109,91 Y=6646128,10 Y=6646146,44 2. DATUM HORIZONTAL: UTM SIRGAS 2000.
3. PARA INDICAÇÃO DAS LOMBOFAIXAS, RAMPAS DE ACESSIBILIDADE, PISO PODOTÁTIL E DETALHES VER PROJETO
DE SINALIZAÇÃO DOC. 1892-IM-PLT-0211 E 1892-IM-PLT-0212.
4. NA INTERFACE ENTRE A CICLOFAIXA E AS CALÇADAS NÃO HÁ DESNÍVEL, AMBOS SÃO EXCUTADOS EM CONCRETO.
5. NAS INTERSEÇÕES COM OS ARRUAMENTOS TRANSVERSAIS A AVENIDA ONDE NÃO FOR POSSÍVEL OU NÃO
HOUVER MEIO FIO DE CONCRETO EXISTENTE PARA CONEXÃO COM O MEIO FIO PROJETADO DEVERÁ SER
EXECUTADO UM NARIZ COM RAIO MÍNIMO DE 60 CM ACOMPANHANDO A CALÇADA.
6. INTERLIGAR OS DRENOS DE PAVIMENTO NAS BOCAS DE LOBO PROJETADAS.
7. ACRESCENTAR VIGAS DE TRAVAMENTO NA INTERFACE COM PAVIMENTOS EXISTENTES.
8. PARA DETALHES, SEÇÕES TÍPICAS E CONTINUAÇÃO DAS NOTAS, VER DOC. 1892-IM-PLT-0210.
ACESSO NORTE - AV. CARLOS AUGUSTO EVANGELISTA PI - PAVIMENTAÇÃO LEGENDA:
ESC. 1:750 CALÇADAS, CANTEIROS E ILHAS EM CONCRETO
GUIA E SARGETA - MFC 01
GUIA - MFC 06
CANTEIROS E ILHAS EM GRAMA
ACESSO NOVO PAVIMENTADO
CICLOFAIXA EM CONCRETO (VER NOTA 4)
X=470045,85 CICLOVIA EM CONCRETO (VER NOTA 4)
Y=6646207,64
ABRIGO DE ONIBUS
X=470038,62
Y=6646189,13 PA PONTO ALTO NO FUNDO DA SARJETA
X=470031,14 X=470053,04 X=470060,24 X=470065,09 X=470072,22 X=470077,66 X=470088,91 X=470096,09 X=470103,26 X=470110,43 X=470117,61 X=470124,79 X=470131,96 X=470139,13 X=470146,25 X=470153,30 X=470160,34 X=470165,04 X=470172,41 X=470181,47 X=470188,50 X=470195,56 PB PONTO BAIXO NO FUNDO DA SARJETA
Y=6646170,71 Y=6646226,35 Y=6646245,07 Y=6646257,69 Y=6646283,20 Y=6646298,76 Y=6646319,69 Y=6646338,36 Y=6646357,03 Y=6646375,68 Y=6646394,37 Y=6646413,04 Y=6646431,71 Y=6646450,37 Y=6646469,03 Y=6646487,72 Y=6646506,44 Y=6646527,46 Y=6646544,64 Y=6646562,60 Y=6646581,31 Y=6646600,07
PB
PA PB PA PB PA PA PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB
PB 31
32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 PENDÊNCIA
24 25 26 27 28 29 30
PB
PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA
DOCUMENTOS CONSULTADOS
PB PA PB PA
TÍTULO
NÚMERO REV.
X=470052,46 X=470070,44 X=470076,25 X=470081,30 X=470088,48 X=470095,65 X=470102,82 X=470110,02 X=470117,17 X=470124,34 X=470131,52 X=470138,67 X=470145,87 X=470152,99 X=470160,18 X=470167,31 X=470174,29 X=470184,69 X=470190,46 X=470195,42 X=470202,45 X=470209,49
Y=6646183,63 Y=6646221,70 Y=6646239,05 Y=6646258,34 Y=6646277,01 Y=6646295,68 Y=6646314,35 Y=6646333,07 Y=6646351,69 Y=6646370,35 Y=6646389,02 Y=6646407,64 Y=6646426,36 Y=6646444,94 Y=6646463,75 Y=6646482,65 Y=6646501,20 Y=6646520,32 Y=6646537,85 Y=6646557,36 Y=6646576,06 Y=6646594,80
X=470059,75
Y=6646202,28
X=470044,90
Y=6646164,98
ACESSO NORTE - AV. CARLOS AUGUSTO EVANGELISTA PI - PAVIMENTAÇÃO DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA NÚMERO
ESC. 1:750 TÍTULO 1892-IM-PLT-0205
PROJETO GEOMETRICO - PLANTA E PERFIL
PLANTA CHAVE
X=470202,59 X=470209,63 X=470216,69 X=470223,71 X=470230,75 X=470237,79 X=470246,09 X=470254,38 X=470261,44 X=470271,15 X=470276,00 X=470287,07 X=470294,12 X=470301,16 X=470308,20 X=470315,24 X=470329,26 X=470336,15 X=470342,99
Y=6646618,76 Y=6646637,48 Y=6646656,25 Y=6646674,92 Y=6646693,64 Y=6646712,36 Y=6646734,42 Y=6646756,48 Y=6646775,24 Y=6646809,58 Y=6646822,46 Y=6646843,40 Y=6646862,12 Y=6646880,84 Y=6646899,56 Y=6646918,28 Y=6646955,73 Y=6646974,44 Y=6646993,22
PA PB PA PB PA
PA PB PA PB PA PB PA PB PA PA PB PA PB PA
57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71
48 49 50 51 52 53 54 55 56
PB PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB
PA PB PA PB PA PB PA PA PA
PB DISTRIBUIÇÃO REVISÃO
X=470216,53 X=470223,57 X=470230,63 X=470237,66 X=470244,70 X=470251,74 X=470260,03 X=470281,31 X=470286,94 X=470293,98 X=470301,02 X=470308,06 X=470315,08 X=470322,15 X=470329,16 X=470336,22 X=470343,19 X=470350,14 X=470356,92 X=470363,83 PARA 0 1 2 3 4 5 6
Y=6646613,52 Y=6646632,24 Y=6646651,00 Y=6646669,68 Y=6646688,40 Y=6646707,12 Y=6646729,18 Y=6646785,74 Y=6646800,72 Y=6646819,43 Y=6646838,15 Y=6646856,87 Y=6646875,54 Y=6646894,33 Y=6646912,98 Y=6646931,76 Y=6646950,44 Y=6646969,32 Y=6646987,92 Y=6647006,93
X=470277,43 CMPC E E
X=470271,14 Y=6646771,18
Y=6646750,18 AFRY BR E E
ACESSO NORTE - AV. CARLOS AUGUSTO EVANGELISTA PI - PAVIMENTAÇÃO
ESC. 1:750
E- ARQ. ELETRÔNICO
X=470393,39 X=470399,36 X=470405,34 X=470411,04 X=470418,16 X=470424,99 X=470431,82 X=470438,80 X=470445,49 X=470452,36 X=470459,20 X=470465,99 X=470472,82 X=470479,68 X=470486,61 X=470500,70
Y=6647131,85 Y=6647148,29 Y=6647164,74 Y=6647180,42 Y=6647199,98 Y=6647218,78 Y=6647237,58 Y=6647256,78 Y=6647275,17 Y=6647294,07 Y=6647312,88 Y=6647331,56 Y=6647350,35 Y=6647369,16 Y=6647387,96 Y=6647425,46
X=470375,45 X=470381,44 X=470387,41 PA PB PA PB PA PB PA PB PA PB PA 90 PA
Y=6647082,51 Y=6647098,95 Y=6647115,40
79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89
PB PA PB PA PB PA PB 91 92 93 94
71 72 73 74 75 76 77 78 LIBERADO
PB PA PB PA PB PA PB PA PARA EXECUÇÃO
Responsável Técnico: CASSIO HAUNHOLTER XAVIER DA SILVA CREA:5061740377
PA PB PA PB PA PB PA
PB PA PB PA PB
X=470395,43 X=470445,75 X=470452,66 X=470459,42 X=470466,33 X=470473,12 X=470479,99 X=470486,75 X=470493,67 X=470500,54 X=470507,56 X=470514,62 UNIDADE PROJETO BÁSICO
Y=6647093,86 Y=6647232,28 Y=6647251,28 Y=6647269,87 Y=6647288,87 Y=6647307,58 Y=6647326,47 Y=6647345,06 Y=6647364,04 Y=6647382,66 Y=6647401,48 Y=6647420,16 NATUREZA
X=470407,39 X=470413,37 X=470419,35 X=470425,33 X=470432,08 X=470438,99
X=470389,45 X=470401,41 Y=6647126,76 Y=6647143,20 Y=6647159,65 Y=6647176,10 Y=6647194,69 Y=6647213,69 NATUREZA Nº AFRY: 109004909-001-1892-Z05-0085 REV. 1
Y=6647077,41 Y=6647110,31
ITEM ELET. : ITEM MEC. : FOLHA:
ESCALA: COMITE ITEM ELÉTRICO ITEM MECÂNICO 1/2
1:750 NOME DATA TÍTULO: 1892 - RODOVIA, ESTRADA, PONTES E VIADUTOS
PROJETO ksg/bfv 28/01/26 PROJETO PAVIMENTAÇÃO - INTERLIGAÇÃO RS - 709
ACESSO NORTE - AV. CARLOS AUGUSTO EVANGELISTA PI - PAVIMENTAÇÃO DESENHO bfv 28/01/26 AV. CARLOS AUGUSTO EVANGELISTA PI - FOLHA 01
ESC. 1:750 APROVADO lem/mzc 28/01/26
0 ARQ. ELETR. 1892-IM-PLT-0209_R0.dwg N° CMPC 1892-IM-PLT-0209 REVISÃO
SUBSTITUI: 1
Memorial Descritivo Número AFRY
109004909-001-1892-L-0704
Número CMPC
1892-IM-MEM-0050
CMPC Pulp
PROJETO NATUREZA
Barra do Ribeiro, RS
Avenida Carlos Augusto Evangelista Py
Distribuição
CMPC E
AFRY BR E
Orig. 26/01/26 azc bov dhi/lem Kyp/fdb PI - Para informação
Autor Verificador Aprovador Autorizador
Rev. Data azc bov dhi/lem Kyp/fdb Tipo de emissão
PI-Para informação
1 30/03/26
AFRY Brasil Ltda. Av. Alfredo Egídio de Souza Aranha, 100 afry.com.br
5º andar Chácara Santo Antônio
04726-170 São Paulo - SP
109004909-001-1892-L-0704
Índice
1 OBJETIVO ................................................................................................................... 4
2 DEFINIÇÕES ............................................................................................................... 5
3 UNIDADE .................................................................................................................... 5
4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA E NORMATIVAS .............................................................. 5
4.1 Geral................................................................................................................. 5
4.2 Normas e Regulamentos...................................................................................... 6
4.2.1 Normas Brasileiras................................................................................. 6
4.2.2 Normas Internacionais ........................................................................... 6
4.3 Especificações CMPC ........................................................................................... 6
4.4 Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) - Normas Regulamentadoras ...................... 7
5 CONDIÇÕES LOCAIS .................................................................................................... 7
5.1 Localização ........................................................................................................ 7
5.2 Sistema de Coordenadas e Níveis ......................................................................... 7
5.3 Condições Climáticas e Meteorológicas .................................................................. 7
6 TERRAPLENAGEM......................................................................................................... 7
6.1 Topografia ......................................................................................................... 8
6.2 Investigações Geotécnicas ................................................................................... 8
6.3 Áreas de Empréstimo e Áreas de Deposição de Solo Excedente ................................ 9
6.4 Jazidas e Bota-fora ............................................................................................. 9
7 SISTEMAS SUBTERRÂNEOS......................................................................................... 10
7.1 Sistema de Drenagem de Água Pluvial ................................................................ 10
7.2 Intensidade Pluviométrica.................................................................................. 11
7.2.1 Tempo de Recorrência (TR) .................................................................. 12
7.2.2 Tempo de Concentração (Tc) ................................................................ 13
7.2.3 Áreas de Contribuição .......................................................................... 13
7.2.4 Coeficiente de Escoamento Superficial (Run-off) ...................................... 13
7.2.5 Coeficiente de Rugosidade Manning ....................................................... 13
7.2.6 Determinação de Vazões ...................................................................... 13
7.2.7 Determinação do Dimensional das Tubulações ........................................ 14
8 PAVIMENTAÇÃO ......................................................................................................... 15
8.1 Geometria ....................................................................................................... 15
8.2 PARÂMETROS DE PROJETO ................................................................................ 15
8.3 Capacidade de Suporte do Subleito ..................................................................... 16
8.4 Parâmetros de dimensionamento ........................................................................ 19
8.4.1 Estudos de Tráfego .............................................................................. 19
109004909-001-1892-L-0704
8.5 Materiais para Pavimentação .............................................................................. 20
8.5.1 Sub-base em macadame seco ............................................................... 21
8.5.2 Base de brita graduada simples ............................................................. 21
8.5.3 Pavers de Concreto com resistências de 35Mpa e 50Mpa .......................... 21
8.6 Dimensionamento dos Pavimentos ...................................................................... 21
8.6.1 Método Empírico.................................................................................. 22
9 SINALIZAÇÃO............................................................................................................ 23
Anexos
I Mill Site Conditions - 1000-PR-CRT-0015_R4
II OCORRÊNCIA DE MATERIAIS TERRAPLENAGEM - 1892-IM-PLT-0004_R3
III ÁREAS PARA BOTA-FORA - 1892-IM-PLT-0006_R0
IV OCORRÊNCIA DE MATERIAIS PAVIMENTAÇÃO - 1892-IM-PLT-0005_R2
109004909-001-1892-L-0704
1 OBJETIVO
CMPC planeja instalar uma nova fábrica no município de Barra do Ribeiro, estado do Rio Grande do
Sul, nas proximidades do lago Guaíba, denominado Projeto Natureza.
O propósito deste documento é descrever o projeto executivo referente a infraestrutura para
duplicação da Avenida Carlos Augusto Evangelista Py do município de Barra do Ribeiro, o trecho
urbano compreende uma avenida existenteem pista simples e mão dupla entre as rodovias ERS-
710 e ERS-709 com extensão de aproximadamente dois quilômetros.
109004909-001-1892-L-0704
O projeto se inicia nos ramos da denominada "interseção 2" do projeto de adequação da ERS-710
para acesso a nova fábrica, que interliga a rodoviaà estrada Barba Negra localizadaem frente ao
cemitério municipal de Barra do Ribeiro, eprevê em sua geometriauma rotatória na antiga
interseção com a estrada Barba Negra.Uma segunda rotatóriafoi prevista ao final do trecho na
atual interseção com a ERS-709 com um ramo adicional para um futuro acesso previsto no plano
diretor do município.
O projeto de infraestrutura inclui as seguintes construções e sistemas:
Terraplenagem;
Sistemas Subterrâneos;
Pavimentação;
Sinalização.
2 DEFINIÇÕES
Para o presente documento, aplicam-se as seguintes definições:
PROPRIETÁRIA: PMBR - Prefeitura Municipal de Barra do Ribeiro.
GERENCIADORA: Empresa responsável pelo gerenciamento do
PROPONENTE: empreendimento.
CONTRATADA:
PROJETISTA: Empresas convidadas a apresentar proposta para a
EPC: construção civil.
Empresa que venceu a concorrência e irá fornecer a
construção civil.
Empresa responsável pelo projeto de engenharia civil.
Empresa que está fornecendo o pacote completo da ilha
de processo com regime de preço global, incluindo
engenharia, suprimentos e construção.
3 UNIDADE
O Sistema Internacional (SI) será utilizado em todos os documentos do projeto, exceto indicação
explícita contrária.
4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA E NORMATIVAS
4.1 Geral
Os projetos e a execução devem atender à legislação brasileira, aos códigos municipais, ao Corpo
de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande Sul, às normas de Higiene e Segurança no Trabalho,
às legislações ambientais e outras legislações aplicáveis. As prescrições das Normas
Regulamentadoras do Ministério de Trabalho deverão ser rigorosamente seguidas.
Casos específicos e/ou casos omissos nestas normas são resolvidos neste Memorial Descritivo, por
especificação da PROPRIETÁRIA ou pelo seu representante técnico com a aprovação em conjunto
com a PMBR Prefeitura Municipal de Barra do Ribeiro.
Os itens a seguir indicam as principais normas e documentos de referência a serem seguidos no
empreendimento, entretanto, a relação apresentada não é exaustiva, indicando apenas os
principais objetos da disciplina de infraestrutura. Caberá aos responsáveis pelo projeto e
construção sempre considerar e atender integralmente à legislação, códigos e normas.
109004909-001-1892-L-0704
4.2 Normas e Regulamentos
4.2.1 Normas Brasileiras
O projeto de infraestrutura deverá ser elaborado de acordo com as seguintes normas da ABNT,
DNIT e as normas correlatas, em sua versão mais recente:
NBR 13133 Execução de Levantamento topográfico
NBR 6118 Projeto de estruturas de concreto Procedimento
NBR 7367
Projeto e assentamento de tubulações de PVC rígido para
sistemas de esgoto sanitário
NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução
NBR 8890 Tubos em concreto armado
NBR 9061 Segurança de escavação a céu aberto
NBR 9649 Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário
NBR 12266 Projeto e execução de valas para assentamento de tubulação de
água, esgoto ou drenagem urbana
NBR 14095 Área de estacionamento para veículos rodoviários de transporte
de produtos perigosos
NBR 14486 Sistemas enterrados para condução de esgoto sanitário - Projeto
de redes coletoras com tubos de PVC
NBR 15396 Aduelas em concreto armado
NBR 16199 Geomembranas termoplásticas
DNIT IPR- Manual de projeto geométrico de rodovia rurais
706/1999
DNIT IPR- Manual de projeto de interseções
718/2005
DNIT IPR- Manual de drenagem de rodovias
724/2006
DNIT IPR- Manual de pavimentação
719/2006
4.2.2 Normas Internacionais
Na ausência da cobertura de itens técnicos pela ABNT, as seguintes normas podem ser
consultadas:
AASHTO / GDPS-4 Guide for Design of Pavement Structures
4.3 Especificações CMPC
As seguintes especificações e critérios de projetos são aplicáveis ao projeto:
109004909-001-1892-L-0704
1000-PR-CRT-0015 General Specification Mill Site Conditions
4.4 Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) - Normas
Regulamentadoras
Aplicam-se as seguintes Normas Regulamentadoras do MTE:
NR 8 Edificações
NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da
Construção
NR 26 Sinalização de Segurança
NR 35 Trabalho em Altura
5 CONDIÇÕES LOCAIS
5.1 Localização
O trecho se encontra na entrada do município de Barra do Ribeiro entre a ERS-710 e aERS-709,
aproximadamente a 33 km da cidade de Guaíba e a aproximadamente 62 km Porto Alegre, a
capital do Estado do Rio Grande do Sul (RS).
5.2 Sistema de Coordenadas e Níveis
O projeto será desenvolvido no sistema de coordenadas UTM SIRGAS 2000.
O nível de referência para o Datum Vertical será o zero do IBGE, conforme Sistema Geodésico
Brasileiro.
Para uma correlação com o projeto da planta da fábrica verificar se foi utilizado o Norte de Projeto
com coordenadas locais, que deve estar referenciado ao sistema UTM e definido pelo layout geral
do empreendimento.Deve ser utilizado apenas no caso de ser necessário uma correlação com as
locações de obra no projeto da fábrica.
5.3 Condições Climáticas e Meteorológicas
Para condições de temperatura, umidade relativa do ar e pluviosidade do site, consultar o ANEXO
I-Mill Site Conditions.
6 TERRAPLENAGEM
O projeto de terraplenagem foi apresentado considerando o menor impacto possível na geometria
das vias existentesque tem interseções no trecho,bem como nas edificações e propriedades que
fazem interface com o projeto no limite predial.
Para análise geral do solo foram consideradas as sondagens realizadas pela campanha da CMPC.
Sempre que necessário, devem ser feitos novos estudos de caracterizações do solo para áreas e
estudos específicos.
109004909-001-1892-L-0704
Para modelagem do terreno foi utilizado o levantamento topográfico disponibilizado pelo cliente em
coordenadas no sistema SIRGAS2000.
Os volumes de terraplenagem foram calculados fazendo-se a subtração das superfícies do terreno
natural e de projeto, utilizando-se o software AutoCAD Civil 3D (ou equivalente) e os resultados
lançados em planilhas apropriadas.
Na elaboração do projeto geométrico, a inclinação considerada de taludes de cortes e de aterros
está de acordo com o tipo de solo presente no local e as condições do N.A, com base nos
parâmetros geotécnicos. Foram adotadas as seguintes configurações para os taludes de corte e
aterro, validadas por análises de estabilidade.
Taludes de Aterro: Inclinação: 1,0 (V) :1,5 (H).
Taludes de Corte: Inclinação: 1,0 (V) :1,5 (H).
Todos os taludes permanentes, de aterro e corte, deverão ser revestidos com gramíneas perenes
hidrossemeadas com emprego de biomantas.
As gramíneas serão preferencialmente espécies da região e plantadas com leguminosas e adubação
incorporadas, devendo cobrir e proteger toda a área objeto do tratamento.
6.1 Topografia
A contratada deverá prever nos seus custos uma equipe completa de topografia, incluindo
equipamentos e veículos durante todo o período da obra.
A precisão dos equipamentos deverá ser compatível com as tolerâncias admissíveis de execução
das obras civis.
Toda a documentação deverá fazer parte do "Data book".
6.2 Investigações Geotécnicas
Aplicam-se aqui, integralmente, de forma prioritária as normas da ABNT- Associação Brasileira de
Normas Técnicas, referentes ao tema, em sua última revisão, e para aspectos omissos aplicam-se
de forma secundária em ordem de prioridade, as normas e especificações do DNIT- Departamento
Nacional de Infraestrutura de Transportes, da ABEF- Associação Brasileira de Empresas de
Fundações, da ABGE- Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações e Geotécnica
e da ASTM- American Society for Testing and Materials.
As sondagens e os resultados de ensaios de laboratório disponibilizados pela Proprietária são
fornecidos em caráter meramente ilustrativo e tem por objetivo apresentar, de forma preliminar,
as condições geotécnicas locais, cabendo à Proponente desenvolver todas as investigações
geológicas e geotécnicas complementares que julgar necessárias, de campo ou de laboratório, para
a perfeita fundamentação de suas propostas técnicas, comerciais e projetos quaisquer.
Um plano de sondagem deverá ser apresentado pela CONTRATADA à PROPRIETÁRIA. Caso sejam
solicitadas novas sondagens, é de responsabilidade da CONTRATADA atender aos requisitos.
Tais investigações geotécnicas complementares serão desenvolvidas sob critérios, custas e integral
responsabilidade da Proponente, representando sua propriedade única e exclusiva. Para o
desenvolvimento destas investigações em campo a Proprietária disponibilizará todas as
autorizações de trabalho necessárias.
109004909-001-1892-L-0704
Para execução das sondagens a percussão deverão ser seguidas as prescrições da NBR 6484 -
Sondagens de Simples Reconhecimento com SPT, particularmente no que se refere a seus itens
5.2.4.2 e 5.2.4.5 que tratam dos critérios de parada.
Os CONTRATADOS deverão apresentar, a qualquer momento que lhes seja solicitado pela
PROPRIETÁRIA, os cálculos e pareceres geotécnicos utilizados para estabelecer seus projetos de
fundações, pisos e pavimentos e deverá adequar caso necessário.
6.3 Áreas de Empréstimo e Áreas de Deposição de Solo Excedente
Trata-se de áreas mapeadas para o projeto de adequação da ERS 710,que tem como objetivo
interligar a BR-116 com a futura fábrica da CMPC(Projeto Natureza), e serão destinadas ao
empréstimo de solo local e deposição de materiais excedentes, com a seguinte matriz de
responsabilidades:
Serviços Área de Empréstimo Área de deposição de solo
Localização Ver ANEXO II excedente
Ver ANEXO III
Material Solo local Camada vegetal, solo local
Uso Obras de terraplenagem (2), Depósito de materiais
Prospecção e seleção reaterro de valas, cavas e excedentes da terraplenagem
fundações e de escavações em geral
C C
Licenciamento P P
Ensaios geotécnicos de caracterização C NA
Royalties NA NA
DMT (distância média de transporte) C (1) C (1)
Drenagem temporária / definitiva C C
Operação, manuseio, caminhos de serviço C C
etc.
Reafeiçoamento final e cobertura vegetal P P
Legenda:
P = PROPRIETÁRIA
C = CONTRATADA
NA = Não aplicável
Nota:
(1) DMT calculado e definido pela Contratada, em função de seu plano de trabalho, tomando por base o
Plano Diretor de Terraplenagem do site, que representará os locais internos das áreas de empréstimo
e deposição de solo excedente.
(2) Os projetos de terraplenagem devem buscar sempre o equilíbrio entre a movimentação de corte e
aterro, de tal maneira a eliminar ou reduzir substancialmente a necessidade de uso de áreas de
empréstimo e de deposição de material, uma vez que tais áreas internas da CMPC tem capacidade
reduzida.
6.4 Jazidas e Bota-fora
Trata-se de áreasmapeadas para o projeto de adequação da ERS 710,que tem como objetivo
interligar a BR-116 com a futura fábrica da CMPC(Projeto Natureza), a serem empregadas como
jazidas de materiais diversos e bota-fora, com a seguinte matriz de responsabilidades:
Serviços Jazidas de materiais Bota-fora
Localização diversos Ver ANEXO III
Ver ANEXO IV
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Serviços Jazidas de materiais Bota-fora
Material diversos
Resíduos em geral da
Solo importado, areia, saibro, construção civil, solo local
materiais pétreos etc.
Uso Materiais p/ assentamento de Bota-fora de materiais em
Prospecção e seleção tubulações, bases de geral provenientes das obras
pavimentos, acertos
das Contratadas
localizados de terraplenagem,
reaterros em geral, trocas de C
solo etc.
C
Licenciamento C C
Ensaios geotécnicos de caracterização C NA
Royalties C NA
DMT (distância média de transporte) C (1) C (1)
Drenagem temporária / definitiva C C
Operação, manuseio, caminhos de serviço C C
etc.
Reafeiçoamento final e cobertura vegetal C C
Legenda:
P = PROPRIETÁRIA
C = CONTRATADA
NA = Não aplicável
Nota:
(1) DMT definido pela CONTRATADA, em função da sua definição do local de jazida e bota-fora.
(2) A CONTRATADA deverá apresentar as áreas selecionadas como jazida e bota-fora para aprovação
prévia da PROPRIETÁRIA.
7 SISTEMAS SUBTERRÂNEOS
Os sistemas subterrâneos projetados no trecho estãorestritos a drenagem pluvial devido a
importância de se manter preservadas ou adaptadas toda a infraestrutura existente nos sistemas
subterrâneos atuais em operação inclusive durante a fase de obra, e os casos omissos fazem parte
do escopo de outros projetos em andamentocomo esgotamento sanitário e iluminação pública.
O nível das informações obtidasna documentação existente e mesmo com o grande esforço das
equipes de campo no levantamento e cadastro do subterrâneo existente, inclusive com a utilização
de GPR (Geoprocessamento por Radar),não foram suficientes para garantir informações
conclusivas no sentido de utilização completa desta infraestrutura subterrânea.Portanto,fazem
parte do escopo na fase de obra garantir a manutenção e ou adaptação da infraestrutura existente
para garantir seu perfeito funcionamento, o que poderá e deverá ser analisado durante as
escavações na fase de obras.
7.1 Sistema de Drenagem de Água Pluvial
O projeto do sistema de drenagem pluvial terá por objetivo a apresentação de dispositivos
hidráulicos capazes de captar e conduzir adequadamente águas pluviais superficiais de modo a
preservar as estruturas projetadas, inclusive durante a incidência de precipitações intensas.
O projeto assegurará a direção, o sentido de fluxo e as declividades máximas das contribuições, de
forma a facilitar o seu escoamento e descarte.
A rede de drenagem de águas pluviais será implantada próxima a ruas e áreas definidas em
projeto e onde se fizer necessário, deverá ser previsto laje em concreto armado a fim de proteger
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as tubulações com recobrimento menor que 80cm em áreas de tráfego, ou conforme definido em
projeto.O berço das aduelas assentadas em substituição aos canais existentes deverão seguir a
emenda 4 da última revisão da norma IPR-736.
7.2 Intensidade Pluviométrica
Para a utilização prática dos dados de chuva nos trabalhos de drenagem pluvial, faz-se necessário
conhecer a sua intensidade, duração e frequência para o posto pluviográfico utilizado.
Normalmente, os dados para uma análise de chuvas intensas são obtidos dos pluviogramas
(registros pluviográficos). Com este banco de dados pode-se estabelecer, para diversas durações,
as máximas intensidades ocorridas durante uma dada chuva, sem que necessariamente as
durações maiores devam incluir as menores.
Obteve-se estes fatores utilizando a ferramenta web GAM-IDF "Genetic Algorithm Methodology for
I-D-F", desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Hidrologia e Modelagem Hidrológica em Bacias
Hidrográficas, tendo como base na coleta de dados de Séries Históricas da Estação Pluviométrica
em Estudo mais próxima ao site, coletados do banco de dados da Agência Nacional de Águas e
Saneamento Básico (ANA).
As durações usuais adotadas para análise dos dispositivos de drenagem estão estabelecidas no
intervalo de 5 minutos a 24 horas. O limite inferior de duração é fixado em 5 minutos porque este
é o menor intervalo que se pode ler nos registros pluviográficos com precisão adequada. Para
durações maiores que 24 horas podem ser utilizadas observações feitas com pluviômetros.
A equação mais utilizada para expressar a relaçãointensidade pluviométricapode ser expressa da
seguinte forma:
×
á = +
Onde:
imáx intensidade máxima de precipitação, em mm/h;
Tr período de recorrência, em anos;
t tempo de concentração, em minutos;
a,b,c, K parâmetros pluviométricos da região, adimensionais
Parâmetros pluviométricos extraídos através da ferramenta web GAM-IDF:
K: 566,151
a: 0,287
b: 9,221
c: 0,707
Na Figura 1 abaixo é apresentado a localização da base de dados da Estação Pluviométrica
Estudada, coletados da Agência Nacional de Águas e Saneamentos
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Figura 1 Localização da Estação Pluviométrica
Na Tabela 1 abaixo segue valores de intensidade de chuva máxima para diversas durações.
Duração Duração I25
(min) (hora) (mm/h)
5 0,083 218,2
15 0,25 149,8
30 0,50 106,5
60 1 71,3
120 2 45,9
240 4 28,8
480 8 17,9
840 14 12,1
1440 24 8,3
Tabela 1I25 - Intensidade de chuva máxima para TR-25 anos de recorrência
7.2.1 Tempo de Recorrência (TR)
O espaço de tempo em anos onde provavelmente ocorrerá um fenômeno de grande magnitude,
pelo menos uma vez. Nos dispositivos de drenagem, este tempo diz respeito as enchentes de
projeto que orientarão o dimensionamento, de modo que a estrutura indicada resista a essas
enchentes sem risco de superação, resultados desta forma a designação usual de descarga de
projeto.
O tempo de recorrência para dimensionamento da rede de drenagem pluvial, consequentemente a
vazão de projeto, dependerá do tipo de obra e dispositivos utilizados contemplados no projeto de
sistema subterrâneo de drenagem pluvial. Abaixo são apresentados os valores considerados para o
projeto em questão:
T25anos bueiros tubulares de concreto e canalizações.
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7.2.2 Tempo de Concentração (Tc)
Para o projeto foi adotado tempo de concentração de 15 minutos.
7.2.3 Áreas de Contribuição
Delimitadas de acordo com as áreas de contribuição aos dispositivos de drenagem.
7.2.4 Coeficiente de Escoamento Superficial (Run-off)
O coeficiente de escoamento superficial é determinado em função das condições físicas do solo,
permeabilidade da superfície e das características de cobertura vegetal. Definido como a razão
entre o volume de água escoado superficialmente e o volume de água precipitado. Na Tabela
abaixo estão listados os valores adotados em função do tipo de superfície de escoamento.
Tabela 2Coeficientes de Escoamento Superficial
Característica da superfície c
0,90
Áreas comuns (pavimentos, passeios etc.) 0,95
Áreas de telhados 0,50
Limite de bateria 0,30
Terreno natural 0,50
Terreno terraplenado
7.2.5 Coeficiente de Rugosidade Manning
O coeficiente de rugosidade de Manning é um dos principais parâmetros para descrição da vazão
sobre uma superfície. Está diretamente atrelado ao tipo de superfície que o fluido irá percorrer.
Para as análises gerais, devem ser considerados os coeficientes conforme descritos abaixo:
Tabela 3 Coeficientes de Rugosidade de Manning
Tipo de Superfície n
Canais trapezoidais ou retangulares em concreto 0,013
Canais trapezoidais em grama 0,030
Tubos em Concreto 0,013
Tubos em PEAD 0,011
Tubos em PVC 0,011
Tubos em Ferro Fundido (FºFº) 0,012
7.2.6 Determinação de Vazões
Para o cálculo das vazões de projeto será utilizado o Método Racional (áreas 4 km²). Este
método admite, como critério básico que, o pico da vazão de uma bacia hidrográfica ocorre quando
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toda a bacia está contribuindo, sob a ação de uma chuva de intensidade constante, com duração
igual ao tempo de concentração e uniformemente distribuída, conforme equação:
[/] = × á (/) × (2)
Onde:
Q=Vazão (l/s)
A=Área de escoamento (m²)
c= coeficiente de Runn-off
Imáx=Intensidade máxima de precipitação (mm/h)
7.2.7 Determinação do Dimensional das Tubulações
Para a determinação e verificação do dimensionamento das tubulações, cálculo das velocidades,
altura da lâmina d'água em cada trecho deve ser utilizada a fórmula de Velocidade média de
Manning associada a Equação de Continuidade, representada pela expressão matemática:
( ) = 2 3 × 1 2
Onde:
V = Velocidade média em m/s
Rh = Raio Hidráulico em m
i = inclinação longitudinal do tubo, em m/m
n = Coeficiente de Rugosidade de Manning
As verificações das velocidades, máxima e mínima, devem ser feitas utilizando a equação da
continuidade para líquidos incompressíveis, que segue abaixo:
= V . S
em que:
Q = Vazão, em m³/s
S = área molhada, em m²
Velocidade de escoamento mínima: 0,60 m/s (estabelecida para não ocorrer acúmulo de detritos
nos dispositivos):
Velocidade máxima: 4,5 m/s para tubulação e dispositivos de concreto;
Velocidade máxima: 3,0 m/s para tubulação de PVC;
Velocidade máxima :1,5 m/s para dispositivos revestidos em grama; e
A lâmina máxima considerada para dimensionamento será de no máximo 75% (3/4 da seção),
salvo em condições específicas.
A distância entre caixas de passagem deverá ser de no máximo 60,0m.Em vias e acessos
serãoutilizadas caixas de passagem em concreto armado com tampa de ferro fundido dúctil.
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O sistema de drenagem pluvial prevê a captação da água pluvial precipitada na área de
terraplenagem, proteção dos taludes de corte e aterro e arruamento. Os seguintes dispositivos
constituem, minimamente, o sistema de drenagem pluvial:
Vala de Proteção revestida com argamassa;
Canal Trapezoidal revestidocom argamassa;
Canaletas retangulares em concreto armado;
Caixa para canaleta constituída por laje em concreto armado, paredes em alvenaria e
grelha metálica;
Tubos de Concreto PA-2;
Bocas de Bueiro em concreto simples ou armado;
Escadas Dissipadoras de Energia em concreto armado;
Descidas tipo "rápido" em concreto armado;
Dissipadores de Energia constituídos por pedra de mão argamassada;
Aduelas em concreto armado.
8 PAVIMENTAÇÃO
A pavimentação de ruas, estacionamentos, pátios e calçadas tem como objetivo conforto e
segurança para veículos e pedestres e resistir esforços das cargas aplicadas no solo devido ao
tráfego constante e características de solo e clima da região.
Seguem os requisitos mínimos de geometria, parâmetros de dimensionamento e revestimentos,
adequados a cada tipo de tráfego e/ou veículos que trafegam pelas ruas do município.
8.1 Geometria
No trecho foram projetadas duas pistas de 3,5 metros de larguraem cada sentido, passeios de 2,5
metros de ambos os lados com canteiro central de 1,2 metros e uma ciclofaixa de 2,4 metros do
lado esquerdo no sentido centro da cidade.
Foram projetadas 8 baias para pontos de ônibus sendo 4 em cada sentido com uma faixa adicional
de 3 metros de largura, nestes trechos a calçada foi reduzida para 1,8 metros para destinar 1,82
metros para os abrigos dos pontos de ônibus solicitados pela prefeitura, a largura da ciclofaixa não
será reduzida nestes trechos.
Na seção transversal a inclinação lateral para sarjetas e meios-fios foi de 2%.
A solução de pavimentação solicitada pela PBR no trecho foi de bloco intertravado de concreto.As
calçadas e a ciclofaixa junto às ruas serão em concreto.
Todas as calçadas deverão ser executadas prevendo juntas espaçadas a cada 3 metros, executadas
conforme o padrão de desenho civil.
8.2 PARÂMETROS DE PROJETO
Conforme o Manual de Pavimentação do DNIT (2006), a estrutura do pavimento deve ser
dimensionada de forma a resistir aos esforços horizontais e verticais provenientes do tráfego de
veículos pesados, além de suportar os efeitos das ações climáticas ao longo do tempo. A principal
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função dessa estrutura é promover a distribuição adequada das cargas aplicadas, reduzindo os
impactos transmitidos ao subleito e assegurando condições satisfatórias de conforto e segurança à
superfície de rolamento durante o período de vida útil estabelecido em projeto.
O dimensionamento do pavimento baseia-se, essencialmente, em duas premissas fundamentais:
Estimativa do tráfego projetado: volume e características dos veículos previstos para a via;
Capacidade de suporte do solo de fundação: obtida por meio de ensaios geotécnicos
específicos.
Para o caso específico da pavimentação no Acesso Norte -Avenida Carlos E. I Py, refere-se ao
trecho sob domínio da Prefeitura Municipal de Barra do Ribeiro/RS.
A abordagem metodológica adotada para a definição dos parâmetros mencionados será detalhada
nos itens subsequentes deste relatório.
8.3 Capacidade de Suporte do Subleito
O Subleito é a camada compreendida entre a superfície da plataforma de terraplenagem e a
superfície paralela, situada no limite inferior da zona de influência das pressões aplicadas na
superfície do pavimento.
As características do solo do subleito são de fundamental importância para o dimensionamento
apropriado da estrutura de pavimento uma vez que é constituída de materiais terrosos que, na
presença de água e sob a ação de carregamentos dinâmicos, torna-se suscetível a deformações
plásticas podendo desencadear patologias indesejadas na superfície do pavimento.
Foram realizadas diversas sondagens a trado e dois levantamentos utilizando DCP (Dynamic Cone
Penetrometer) para definição do suporte in natura e são apresentados a seguir:
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Tabela 4 -DCP (Dynamic Cone Penetrometer)
DISTRIBUIÇÃO LIMITES ENSAIOS DE COMPACTAÇÃO E
GRANULOMÉTRICA LL LP IP CBR
FURO PROF. IDENTIFICAÇÃO (% QUE PASSA OU "INFERIOR COMPACTAÇÃO CBR CLASSIFICAÇÃO
(m) A") HRB
DIÂMETRO DAS PARTICULAS A-6
(mm) A-6
A-6
#4 #10 #40 #200 gapa. seca hótima CBR Exp A-6
MÁX (%) (%) (%) A-6
A-6
(g/cm3) A-6
ST-137 0.20-1.30 Argila com areia fina e 99.00% 89.00% 56.70% 37.60% 30 18.42 11.53 1995.25 9.02 7 0.66
ST-139 0.30-1.80 média, marrom 1.14
ST-140 0.20-2.10 0.31
ST-142 0.20-2.00 Argila arenosa marrom 99.30% 91.60% 62.60% 43.80% 33.7 19.94 13.8 1.709.731 12.4 3 0.38
ST-145 0.20-2.50 1.783.983 13.4 3 0.29
ST-146 0.20-2.70 Argila Arenosa marrom 99.60% 93.30% 64.50% 45.40% 32.2 24.22 7.97 1.831.393 11 3 0.2
ST-148 0.20-1.50 98.30% 91.70% 60.60% 44.30% 30.1 23.65 6.5 0.39
Argila arenosa marrom 93.70% 85.90% 65.50% 48.10% 32.8 18.7 14.05 1.765.773 12.1 9
e cinza 98.20% 90.80% 61.70% 42.70% 28.3 21.53 6.76
99.40% 90.90% 63.10% 45.20% 30 18.74 11.23 1.873.711 9.74 7
Argila arenosa marrom 1.792.245 11.7 7
e cinza
Argila arenosa marrom
e cinza
Argila Arenosa marrom
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Observa-se que os valores de ISC variam entre 8% e 14% nas primeiras profundidades ensaiadas.
Em maiores profundidades, os valores de ISC situam-se entre 3% e 9%. Ressalta-se que, para a
execução do ensaio de ISC, as amostras de solo foram submetidas à recompactação e à alteração
do teor de umidade, divergindo, portanto, de sua condição natural in situ. Com o objetivo de
simular a condição de suporte do solo caso o ensaio tivesse sido realizado diretamente em campo,
foram utilizados os resultados obtidos por meio do ensaio de DCP.
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Já os ensaios realizados por meio do DCP indicam valores compatíveis com os resultados obtidos
nos ensaios a trado, nos quais foi identificado um CBR da ordem de 9%. Contudo, o número
reduzido de ensaios não permite a definição segura de um CBR de projeto, uma vez que tais
resultados podem estar influenciados pela própria área de abrangência e pela heterogeneidade do
solo investigado.
Considerando que o viário existente será submetido à duplicação e à readequação geométrica, bem
como as limitações impostas pela reduzida espessura de recobrimento em função da rede de
drenagem existente e das cotas de projeto, torna-se necessária a substituição do solo nas regiões
em que o suporte seja inferior a 6%, valor correspondente à média dos ensaios que apresentaram
melhor capacidade de suporte.
Desta forma estabelecemos o suporte abaixo:
Tabela 5 Suporte de Projeto
CBR de Projeto
CBR (%) 6%
Módulo (kgf/cm2) 491
Portanto: recomenda-se a substituição do solo de subleito nas regiões em que os valores de
suporte sejam inferiores a 6%, por material selecionado que atenda aos requisitos técnicos
estabelecidos para subleito, devidamente compactado e controlado quanto ao teor de umidade.
Alternativamente, poderá ser adotada técnica de melhoramento do solo, desde que comprovada,
por meio de ensaios laboratoriais e/ou de campo, a obtenção de capacidade de suporte compatível
com o CBR de projeto.
A adoção dessas medidas visa garantir o desempenho estrutural do pavimento projetado,
considerando as condições de tráfego previstas, as restrições geométricas existentes e a
durabilidade do sistema ao longo de sua vida útil.
8.4 Parâmetros de dimensionamento
Segundo o Manual de Pavimentação do DNIT (2006), a estrutura de pavimento deve ser concebida
para ser resistente aos esforços horizontais e verticais oriundos do tráfego de veículos pesados,
bem como resistir às solicitações causadas pelo intemperismo, distribuindo o carregamento em sua
estrutura, protegendo o subleito (solo de fundação) do carregamento dinâmico de modo a conferir
conforto ao rolamento e segurança operacional em sua superfície revestida durante um horizonte
de projeto previamente determinado.
8.4.1 Estudos de Tráfego
Para efeito de pavimentação, o tráfego de um segmento viário é caracterizado pelo número "N" de
operações do eixo simples padrão de 8,2 tf (18.000 lbs) previsto para um período de projeto
adotado e corrigido por um fator climático regional.
O número "N" é calculado pela expressão:
P
N N
i
i1
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Onde:
N = Número equivalente de operações do eixo padrão acumulado para o período de projeto;
P = Período de projeto em anos;
i = ano de projeto;
Ni = Número equivalente de operações do eixo padrão acumulado durante o ano i.
"Ni" é calculado através da seguinte expressão:
Ni = VDMi x 365 x FV x FR
onde:
VDMi = Volume Diário Médio de veículos comerciais por sentido na faixa de projeto mais solicitada
durante o ano i;
FV = Fator de veículo (será descrito abaixo);
FR = Fator climático regional (será descrito abaixo).
O Fator de Veículo (FV) é um número que, multiplicado pelo volume de veículos que trafega
durante o ano, fornece diretamente o número de eixos equivalentes ao eixo padrão.
A implantação da nova unidade industrial de produção de celulose da CMPC, próximo ao município
de Barra do Ribeiro, no Rio Grande do Sul, trará impactos significativos à região. Dentre estes
impactos está a geração de novos empregos e a consequente transformação da logística de
transportes no entorno do empreendimento.
A implantação da indústria já contempla a expansão da malha viária que dará acesso à fábrica,
pelo projeto da nova ERS 710, incluída como rodovia estadual na resolução do conselho de
administração do DAER nº 14.869 de 12/12/2024. O acesso pela ERS 710 possui origem na BR 116
ao sul do empreendimento.
Entretanto, de modo alternativo, é possível o acesso pela ERS 709, que também possui origem na
BR 116, passando pelo município de Barra do Ribeiro. Esta rota está geograficamente localizada ao
norte do novo complexo industrial, por conta disto nomeada com "acesso norte". O acesso norte,
por sua vez, tem origem no município de Barra do Ribeiro até o encontro com a ERS 710.
A contagem de tráfego foi realizada em quatro postos diferentes, e subsidiou o estudo de tráfego,
o qual definiu um número N de 1,56x106 para o acesso norte, conforme a Tabela 6.
Tabela 6 Número N para o Acesso Norte
Local Ano Projeção de Tráfego
Acesso Norte 2036 1,56x106
8.5 Materiais para Pavimentação
Segundo o DNIT, a estrutura de um pavimento deve ser constituída por diversas camadas
superpostas, de materiais diferentes, construída sobre o subleito, destinada a resistir e distribuir ao
subleito simultaneamente esforços horizontais e verticais, bem como melhorar as condições de
segurança e conforto ao usuário. Os materiais a serem empregados na pavimentação são definidos
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com base em sua viabilidade técnica e econômica. Nesse item, serão abordadas as premissas que
orientaram a escolha dos materiais empregados.
8.5.1 Sub-base em macadame seco
Onde há indicação de Macadame Seco, a camada é constituída por agregados graúdos, naturais ou
britados. Seus vazios são preenchidos a seco por agregados miúdos, cuja estabilização é obtida
pela ação da energia de compactação.
Camada de bloqueio ou isolamento é a parte inferior da camada de macadame seco, limitada à
espessura de 0,04 m após a compactação, constituídos por finos da britagem, aplicada nos casos
que a camada subjacente ao macadame seco é constituída por solos com mais de 35% passando
na peneira 200.Todo material deverá ser ensaiado para verificação do percentual da mistura, com
CBR mínimo de 30% (módulo de resiliência de 500 MPa).
8.5.2 Base de brita graduada simples
A base é a camada situada acima da sub-base. Pode ser constituída por materiais granulares, como
pedregulhos, cascalhos e produtos de britagem, estabilizados com a adição de cimento ou material
asfáltico quando necessário, solos estabilizados mecanicamente mediante mistura com produtos de
britagem.
A brita graduada simples consiste em um material com uma boa distribuição granulométrica,
diâmetro máximo dos agregados de 3/8" e finos entre 3 e 9%. O objetivo da utilização dessa
composição de agregados é produzir um material com um bom intertravamento entre os grãos,
conferindo uma resistência elevada.
A BGS é um serviço especificado pela norma DNIT 141/2022-ES. Conforme a normativa, o
agregado utilizado no serviço deve conter partículas duras, resistentes, isentas de fragmentos
moles, alongados ou achatados, e isento de matéria vegetal ou outra substância prejudicial, além
de apresentar abrasão Los Angeles inferior a 55%.
8.5.3 Paver de Concreto com resistência de 50Mpa
Por definição é um pavimento é constituído por lajotas ou blocos de concreto de cimento Portland
com diversos formatos, justapostos, com ou sem articulação e rejuntados ou não com material
asfáltico, assentados sobre lastro de pó de pedra, ou areia lavada, executados sobre sub-base ou
base; de acordo com os alinhamentos, perfis, dimensões e seção transversal estabelecida pelo
projeto e confinada lateralmente por sarjetas ou guias.
Para os arruamentos foram projetados pavimentos de 10 cm com resistência de 50MPa para
tráfego médio a pesado.
8.6 Dimensionamento dos Pavimentos
O dimensionamento dos pavimentos deve seguir o método empírico de dimensionamento de
pavimento flexível e semirrígido recomendado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de
Transportes DNIT e constante no documento Método de Projeto de Pavimentos Flexíveis -
Publicação IPR 719 de 2006 e sendo ainda complementada pela verificação mecanicista de acordo
com a teoria da mecânica dos pavimentos.
O dimensionamento de pavimentos requer um trabalho de entendimento do empreendimento, bem
como condições de projeto, localidade e clima regionais, resultando assim na elaboração de uma
Memória de Cálculo de Pavimentação.
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8.6.1 Método Empírico
O critério básico que norteia o método empírico adaptado pelo DNER (atual DNIT) é o de camadas
granulares sobre o subleito de maneira a proteger esse de ruptura por cisalhamento. O método
consiste basicamente em se obter a espessura da camada granular sobre o subleito conhecendo-se
o CBR do subleito e o número N.
O Método Empírico define através de gráficos amplamente estudados as espessuras das camadas
de sub-base e base e como resultantes dessas camadas, calculadas na Memória de Cálculo de
Pavimentação, temos para as camadas de revestimentos:
Para o dimensionamento do pavimento adotou-se o método desenvolvido pelo Eng.º Murillo Lopes
de Souza conhecido como método de Projeto de Pavimentos Flexíveis (DNER/IPR 667-22/81). O
método utiliza como subsídio o número N e o Índice de Suporte Califórnia, através do ábaco da
Figura 2.
Figura 2 Ábaco de dimensionamento do método do DNER
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Além do ábaco, é possível utilizar a Equação 1 para o dimensionamento da camada necessária
para proteger o subleito.
= 77,67 × 0,0482 × -0,598 Equação 1
Onde,
= espessura equivalente em termos de material granular necessária para proteger as camadas
subsequentes da ação do tráfego (cm);
= número de passagens equivalentes ao eixo padrão (USACE);
ISC= capacidade de suporte do subleito do segmento.
A partir do número N (1,56x106), e do ISCp (6%), utilizando a Equação 1, a espessura necessária
para proteger o subleito é de 80,06 cm.
= 77,67 × (1,56106)0,0482 × 6,0-0,598
= 52,89 cm
A solução proposta para a pavimentação do acesso norte possui as espessuras das camadas
conforme a Tabela 7.
Tabela 7 Espessuras do pavimento
Camada Material Espessura
(cm)
Reforço do Solo ou mistura de
subleito solo -
Sub-base Macadame Seco 30
Base Brita Graduada 15
Simples
Camada de Areia de assentamento 5
assentamento
Revestimento Bloco de Concreto 10
Intertravado
TOTAL 55
9 SINALIZAÇÃO
Oprojeto de sinalização visa orientar e garantir a segurança no tráfego de veículos, ciclomotores,
pedestres e bicicletas no trecho. Neste trecho da avenida foram consideradas as normas do
CONTRANcomo referência final mesmo que tenham sido levadas em consideração as outras
normativas como referência secundária, pois este trecho está sob a jurisdição da PMBR.
Neste projeto para todo trecho a segurança do tráfego de ciclistas ficou garantidapela posição da
ciclofaixa sobre o passeio intransponível, com sinalização vertical nos principais pontos, e
sinalização horizontal na cor vermelha em todo trecho, inclusive na ciclovia independente que
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seguirá no canteiro existente entre a via marginal (rua Antônio Cézar C.B.) e a RS-709 (Rodovia
Francisco Garcia de Garcia) até sua primeira interseção.
Foram projetadas duas lombo faixas para segurança na travessia de pedestres e ciclistas, e para o
retorno seguro dos veículos convencionais e acesso as ruas transversais serão cinco mini rotatórias
em aberturas do canteiro central com sua geometria definida na sinalização horizontal, sem
alteração na geometria prevista na largura total da seção típica.
Como obras complementares foram necessárias defensas metálicas em parte da primeira rotatória
devido a altura do talude junto a um canal aberto do projeto de drenagem onde não temos mais
passeio intransponível.
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Anexo I- Mill Site Conditions
1000-PR-CRT-0015_R4
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Anexo II - OCORRÊNCIA DE MATERIAIS - TERRAPLENAGEM
1892-IM-PLT-0004_R3
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Anexo III - ÁREAS PARA BOTA-FORA
1892-IM-PLT-0006_R0
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Anexo IV - OCORRÊNCIA DE MATERIAIS - PAVIMENTAÇÃO
1892-IM-PLT-0005_R2